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domingo, 5 de outubro de 2008
Quando que realmente aprendemos?
Desde abril, estava marcado para comemorar o Dia do Professor um passeio a Ferrovia do Vinho (aliás, recomendo) e comecei a pensar e ficar pesarosa em meus alunos não poderem vivenciar aquela situação, explico: Sempre, ou quase sempre, lecionei em quarta série e um dos conteúdos é sobre a imigração, sobre as cidades, culinária, costumes... Fiquei pensando que embora se tenha tantos meios maravilhoso se se ensinar, nada supera a vivência, a experiência. Sentir a história no próprio local que ela se passou, ouvir o sotaque carregado de melodia italiana. O trajeto em si já é uma aula. Uma aula de vida! Bento Gonçalves, Garibalde, Carlos Barbosa, a Maria Fumaça, os nonos e as nonas, a música:
Quando si pianta la bela polenta,
la bela polenta si pianta così,
si pianta così, si pianta così.
Bela polenta così.
Cia cia pum, cia cia pum.
Cia cia pum, cia cia pum.
Fico imaginando nossos aluno lá, ouvindo a melodia, o passeio no trem... seria maravilhoso!!!
domingo, 21 de setembro de 2008
A VERDADE ESTÁ LÁ FORA

Sábado e domingo entrei pelo mundo fascinante e intrigante da Ufologia dentro da perspectiva cinematográfica. É muito interessante!
A minha opinião pessoal sendo reafirmada em tantos indícios e acabei por me interessar ainda mais sobre dois assuntos já tinha certa predileção.
Quase fui abduzida por tantos sites que me levavam a outros e assim numa viagem maravilhosa, acabei meu domingo.
Acredito sim, que não somos os únicos privilegiados nesta coisa chamada Universo, assim como creio em vários universos. Creio em Deus como sendo uma fonte inesgotável de possibilidades e que tem outras tantas por aí.
Ao lado há uma enquete sobre o assunto, participe!
E daria a mim e a meu grupo do Projeto Ovni, grande satisfação se visitasse nosso Pbwiki e colaborasse lá também.
O endereço é:
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
A tecnologia batendo na porta da escola
Ontem foi a primeira aula presencial e após as devidas apresentações e saudações uma parte do grupo foi para a sala de informática, embora não fosse possível assistir ao material que o professor Eliseu havia preparado sobre hipervídeo.Confesso que o nome não era conhecido, mas após algumas falas tudo foi ficando bem mais conhecido. Lembrei do programa de sexta-feira, do Globo Repórter (TV Globo), em que vi uma matéria sobre o desenvolvimento de cidades do interior. Nossa fantástico é pouco.Os tampões das classes se tranformavam em tela de lsd de computadores, o quadro de giz foi abolido e no lugar uma enorme dela de data show. A professora ia demonstrando e os alunos interagindo e pesquisando. havia um tempo que algo assim seria privilégio de poucos abonados e num futuro muito distante. Mas não! A situação que citei é exemplo de uma escola municipal no interior de São Paulo. Definitivamente as tecnologias da educação e informação está batendo na porta da escola !
A seguir trecho da reportagem e link para visualização da matéria na íntegra :
"O interior dá lições de tecnologia. Aposentadoria para giz, apagador e o velho quadro-negro. Foram substituídos pela lousa digital e as maravilhas da interatividade. Em uma escola pública em Serrana, no interior de São Paulo, até as tradicionais carteiras evoluíram: se transformaram em telas de computador. Bem-vindo ao ensino do futuro, onde o conhecimento está no próximo clique.
O projeto é do município e os equipamentos, uma parceria com o Ministério da Educação. Assim, nasceu a carteira flexível, com vidro inteligente, onde uma lapiseira comum acessa a internet e programas educativos.
"Vemos aqui o que está escrito nos livros", diz Marcela Cardoso Crisóstomo, de 11 anos.
As aulas são experimentais, mas o projeto deve ser implantado em cinco salas ainda este ano e levar 300 carteiras digitais para alunos de quinta série. "
O projeto é do município e os equipamentos, uma parceria com o Ministério da Educação. Assim, nasceu a carteira flexível, com vidro inteligente, onde uma lapiseira comum acessa a internet e programas educativos.
"Vemos aqui o que está escrito nos livros", diz Marcela Cardoso Crisóstomo, de 11 anos.
As aulas são experimentais, mas o projeto deve ser implantado em cinco salas ainda este ano e levar 300 carteiras digitais para alunos de quinta série. "
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