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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Não sei o que fazer...

A importância de um professor bem preparado e de uma escola com recursos é fundamental para que se estabeleça a confiaça e a auto-estima que levará o aluno com deficiência mental a desenvolver a proposta de ensino com satisfação e com prazer, sendo desafiantes ao seu pensamento (não pensamento da maioria da turma), levando-o a uma autonomia em várias frentes:intelectual, social ...Aqui, há que se ter um professor com tempo e sensibilidade para observar o que cada um responde aos estímulos das atividades e através destes reavaliar e propor novas atividades.Fico lendo e pensando e dá um desespero...não sei o que fazer se tiver um aluno com deficiência mental em minha sala, eu sei que está na lei e......, mas me apavora, estou sendo sincera.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Um pouco sobre Autismo

Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID-10) publicada pela Organização Mundial de Saúde, clássica como :"Um transtorno invasivo do desenvolvimento , definido pela presença de desenvolvimento anormal e/ou comprometimento que se manifesta antes da idade de 3 anos e pelo tipo característico de funcionamento anormal em todas as três áreas : de interação social , comunicação e comportamento restrito e repetitivo . O transtorno ocorre três a quatro vezes mais frequentemente em garotos do que em meninas ."

Há inclusive uma lista de checagem, uma espécie de orientação para o diagnóstico, em que o indivíduos para serem considerados autistas devem apresentar pelo menos 50% das características.Citarei algumas:

· Risos e sorrisos inapropriados,
· Não temer os perigos,
· Pequena resposta aos métodos normais de ensino,
· Aparente insensibilidade à dor,
· Ecolalia (repetição de palavras ou frases),
· Hiper ou hipo atividade física,
· Aparenta angústia sem razão aparente,
· Apego inapropriado a objetos, Habilidades motoras e atividades motoras finas desiguais, e
· Dificuldade em expressar suas necessidades; emprega gestos ou sinais para os objetos em vez de usar palavras.

Cito alguns sites interessantes que andei pesquisando:
*http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?44
*http://www.autismoinfantil.com.br/

quinta-feira, 21 de maio de 2009

A avaliação de portadores de paralisia cerebral

A avaliação de portadores de paralisia cerebral, penso ser uma tarefa não muito fácil, talvez mais pelo despreparo para se trabalhar com este grupo. Devido ao grau de comprometimento desses alunos há que haja uma adequação na forma de avaliar, assim como deve ter sido todo o processo ensino-aprendizagem. A participação, a realização das propostas adequadas, mesmo sendo imensamente mais vagaroso, o importante é a forma como chega-se ao objetivo determinado a este aluno.As provas e testes são desnecessárias: o dia-a-dia é uma prova constante.Quanto a inquentante indagação final:Mas neste ano, você recebeu na sua sala um aluno com Paralisia Cerebral, você se pergunta: e agora o que faço?Depois de ter uma síncope, e mesmo tendo hoje uma visão e bagagem mais abrangente ainda me vejo presa a um sistema que não favorece, não há na escola em que atuo e nem nunca houve discussões sobre o assunto, mesmo quando tive uma cadeirante, e a nossa mantenedora, mais omissa possível. Eu vi o vídeo, fiquei encantanda, não só com o preparo pedagógico da escola, dos recursos, mas com um envolvimento genuíno. Não noto isto nas minhas relações como docente.E agora o que que eu faço? Creio que ajudaria os reponsáveis a garantir o direito da criança em recursos.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

INCLUSÃO COM RESPONSABILIDADE DE TODOS!

Estava lendo as últimas postagens dos colegas e me peguei refletindo a respeito que muitas vezes os responsáveis serem omissos talvez por vergonha ou até mesmo ignorância em relação seus filhos com necessidades educacionais especiais, fato semelhante exibido por uma novela a respeito de disturbios mentais que o filhos sobre. Mascarando a situação riem quando expomos o comportamento da criança, como comentou Roseli. Este fato infelizmente não é isolado, o que acontece então? Há uma disfunção familiar do que é permitido e o que não é? A família também não sabe como proceder com seus filhos? A quem recorrer?Tenho uma colega que trabalha na rede municipal de Gravataí, com uma pré-escola, com 19 alunos e um deles joga cadeiras nos demais, morde colegas, sai da sala correndo, pega mochilas grita, se atira no chão e a mãe disse que ainda não teve tempo de levá-lo ao médico...Tempo????Onde está a responsabilidade da família?INCLUSÃO COM RESPONSABILIDADE DE TODOS OS ENVOLVIDOS!

domingo, 26 de abril de 2009

INCLUSÃO COM SERIEDADE E RESPONSABILIDADE

Relato de uma colega em que a inclusão deu certo!

Trabalho com uma colega e foi professora de uma escola da URCAMP (Universidade da Região da Campanha). Esta escola funcionava (foi fechada ano passado) dentro da Universidade, primeiramente a proposta pedagógica definida como sócio-interacionista inclusiva, somente admitia professores que aprovados por meio de entrevista, testes se identificavam com tal proposta pedagógica. TODOS na escola recebiam formação continuada para trabalhar com todo os tipos de necessidade. A estrutura da escola permitia aos alunos desde Currículo por Atividades terem disciplinas de teatro, música, artes pláticas, ed. física.... Minha colega ( Iglete) conta que as reuniões tratavam de debater como atingir um por um dos alunos, e conta um caso em especial com grave problema mental e extremamente agressivo, e nestas reuniões cada professor em sua disciplina reviam suas estratégias para atingir a agressividade deste aluno, só para citar um exemplo. Gente estou juntando material para contar em maior detalhes lá no dossiê. Ah , alguns detalhes sobre o relato acima: Série:1ª Nº alunos: 15 com direito a auxiliar para a professora Infra estrutura: A escola usufruia de todos os recursos da Universidade, como por exemplo a gráfica. Salário: compativel com os professores de pós graduação da URCAMP!!! ;)

Quando ouço tais afirmações vejo que é possível haver inclusão, mas há que ter verdadeiramente vontade política e aqui refiro-me a políticas educacionais sérias, que disponibilizem formação adequada, não só aos docentes mas a todos os envolvidos na escola, seja o porteiro, a merendeira, secretaria etc.Tudo isso em conjunto com material didático eficiente e adequação da estrutura física dos prédios das escolas.

domingo, 12 de abril de 2009

DIFERENTE?

A Interdisciplina EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS está oportunizando um conhecimento maravilhoso na minha vida como docente, e mais a oportunidade de dialogar com diferentes situações, seja com professores que trabalham com inclusão, seja com pessoas que foram alunos inclusivos. Acredito na inclusão, e mais, a acho indispensável, mas que seja a verdadeira inclusão, não aquela somente no papel.
Quero a inclusão como proposta pedagógica real e vivenciada, que todos na escola, desde a merendeira até a gestora, tenham capacitação em tratar com todos os tipos de necessidades.
Que se tenha na escola pública, infra-estrutura física para garantir a acessibilidade todos.