domingo, 19 de abril de 2009

Mosaico

Semana Indígena

Como é difícil questionar estereotipos? Esta semana comecei a trabalhar a diversidade racial/cutural entre meus alunos da 4ª série e uma das coisas que me chamou atenção foi a imagem de índios que eles têm e mais: a imagem de índio que a maioria dos meus colegas ainda insistem e "trabalhar com as crianças": aquele de carinha pintadinha, sorriso puro, vivendo feliz na natureza.
Levei para sala de aula além de música sobre este tema, revistas, artigos de jornais, sugestões de sites, livros e iniciamos nosso trabalho sobre diversidade justamente com os índios, a motivação surgiu com o conteúdo de História sobre os primeiros habitantes do Brasil.
A turma se surpreendeu com o números de palavras que utilizamos e que são de origem tupi-guarani, além de constumes provinientes deste povo e que continua sendo nossos hábitos até hoje.

domingo, 12 de abril de 2009

Opiniões diferentes...

A aula presencial com o professor Fernando da Interdisciplina QUESTÕES ÉTNICOS-RACIAIS NA EDUCAÇÃO SOCIOLOGIA E HISTÓRIA, foi maravilhosa, um pouco chocante, confesso, mas explico, porque na minha ignorância relacionava ao nome pomposo da disciplina como algo muito monótono. Mas monotonia realmente não tem nada haver com o professor. A leveza e o humor como o tema foi tratado serviu não só para prender a atenção, mas como para lançar um novo olhar em relação a essas Questões.

O que mais ficou gravado em mim foi algo importantíssimo, para nós educadores. “Podemos até ter nossos pré-conceitos, mas como professores públicos, prestando um serviço público, JAMAIS podemos promover qualquer tipo de preconceito”.
Parece óbvio e mais que sabido tal afirmação, porém não me refiro a apenas as questões raciais, mas as questões religiosas e artísticas, por exemplo, o fato de eu não gostar de um determinado tipo de estilo musical, não pode me impedir de trabalhar e discutir sobre ele se ele que faz com meus alunos se interesse, e por ai vai.

DIFERENTE?

A Interdisciplina EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS está oportunizando um conhecimento maravilhoso na minha vida como docente, e mais a oportunidade de dialogar com diferentes situações, seja com professores que trabalham com inclusão, seja com pessoas que foram alunos inclusivos. Acredito na inclusão, e mais, a acho indispensável, mas que seja a verdadeira inclusão, não aquela somente no papel.
Quero a inclusão como proposta pedagógica real e vivenciada, que todos na escola, desde a merendeira até a gestora, tenham capacitação em tratar com todos os tipos de necessidades.
Que se tenha na escola pública, infra-estrutura física para garantir a acessibilidade todos.

INÍCIO DE ANO E DE SEMESTRE 2009

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM SOB O ENFOQUE DA PSICOLOGIA
EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
QUESTÕES ÉTNICOS-RACIAIS NA EDUCAÇÃO SOCIOLOGIA E HISTÓRIA
SEMINÁRIO INTEGRADOR VI

domingo, 30 de novembro de 2008

PARECER CNE/CEB Nº:4/2008


Comentário final


Confesso que no início da discussão sobre a obrigatoriedade escolar a partir dos 6 anos, fiquei reticente. Não seria prejudicar a infância ? Como seria a sistemática?
Mas após alguma reflexão ponderei: Só os mais carentes teriam este trauma? Os filhos dos mais abastados que conseguem matricula em escolas particulares e que já iniciam sua alfabetização e letramento em mais tenra idade, não são afetados?
Uma das causas da desigualdade educacional do país não começaria por ai?
Penso que o ensino obrigatório a partir dos 6 anos, observando e obedecendo este parecer se configurará num passo importante para uma educação de maior qualidade.

domingo, 23 de novembro de 2008

Observações

Na terça-feira que passou foi a apresentação dos projetos temáticos, aliás maravilhosos. Mas achei tão interessante que numa gama infinita de assuntos a maioria abordaram assuntos que valorizavam a qualidade de vida e a preocupação com a os idosos. Penso que não é a toa e segundo Erickson e de acordo com a faixa etária dos componentes do grupo não é coincidência não. A grande maioria já passou dos 30, o aperfeiçoamento ainda faz parte das ambições, porém é menos pelo dinheiro do que pela satisfação pessoal. Com uma situação de vida mais está definida a preocupação está pela qualidade de vida pelo que está por vir, caracterizando bem as etapas da fase adulta.