domingo, 30 de novembro de 2008

PARECER CNE/CEB Nº:4/2008


Comentário final


Confesso que no início da discussão sobre a obrigatoriedade escolar a partir dos 6 anos, fiquei reticente. Não seria prejudicar a infância ? Como seria a sistemática?
Mas após alguma reflexão ponderei: Só os mais carentes teriam este trauma? Os filhos dos mais abastados que conseguem matricula em escolas particulares e que já iniciam sua alfabetização e letramento em mais tenra idade, não são afetados?
Uma das causas da desigualdade educacional do país não começaria por ai?
Penso que o ensino obrigatório a partir dos 6 anos, observando e obedecendo este parecer se configurará num passo importante para uma educação de maior qualidade.

domingo, 23 de novembro de 2008

Observações

Na terça-feira que passou foi a apresentação dos projetos temáticos, aliás maravilhosos. Mas achei tão interessante que numa gama infinita de assuntos a maioria abordaram assuntos que valorizavam a qualidade de vida e a preocupação com a os idosos. Penso que não é a toa e segundo Erickson e de acordo com a faixa etária dos componentes do grupo não é coincidência não. A grande maioria já passou dos 30, o aperfeiçoamento ainda faz parte das ambições, porém é menos pelo dinheiro do que pela satisfação pessoal. Com uma situação de vida mais está definida a preocupação está pela qualidade de vida pelo que está por vir, caracterizando bem as etapas da fase adulta.

domingo, 16 de novembro de 2008

Revolta:ASSIM NÃO SE PODE SER PROFESSOR!



Não há como se calar diante da vergonha, do medo pelo qual os professores estão submetidos. Fiquei chocada, revoltada diante das palavras do colega Paulo pelo ocorrido em sua escola. Dias antes ao ir ao pólo de Gravataí fiquei sabendo de casos de violência naquela escola e agora isso!! Até quando ficaremos reféns de alunos que vêem à escola porque são obrigados ou com um único intuito de disseminar a violência, a perversão e as drogas?
A verdade é que não interessa se um professor é agredido física, moral ou emocionalmente, somos adultos e nossa missão é aguentarmos tudo, afinal, tadinho dos alunos tão coitadinhos, tão sem estrutura...tão pobres...
CHEGA!!!!
Quem está agindo e incentivando esses "coitadinhos" , são os projetos assistencialistas, com bolsa para tudo o que é coisa.
JUSTIÇA SOCIAL, DIREITOS HUMANOS PARA HOMENS DIREITOS!!
CHEGA DE CONIVÊNCIA!!
CHEGA DE SILÊNCIO!!
RESPEITO AOS PROFESSORES!!
RESPEITO A VIDA!!


Gestão Democrática sim, e valorização da vida do profissional de educação URGENTE!!!

domingo, 9 de novembro de 2008

Gestão Democrática

Penso que a palavra chave seja diálogo neste momento de reflexão sobre gestão democrática. Diálogo com muito engajamento e parcerias. O gestor é um articulador capaz de perceber competências e gerenciar com relativa autonomia, porque relativa, porque há situações que independe do seu gerenciamento, como contratação de pessoal, por exemplo. É muito importante que haja um Conselho Escolar e Círculo de Pais e Mestres fortes e atuantes, pois além de efetivar a participação da comunidade como um todo, divide com o gestor as responsabilidades não só de ordem financeira, mas também pedagógica.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Gestão por competências

Na terça-feira, 21 de outubro, as Equipes Diretivas das escolas estaduais de Gravataí, juntamente com organizações de grande importância na sociedade:Brigada Militar, Companhia de Água da cidade, Corpo de Bombeiros, IPÊ, FGTAS, Polícia Civil, 28ª Coordenadoria Regional de Educação participaram do Seminário de Gestão Moderna. O grande foco neste seminário, foi a nova visão do que se tem a respeito das gestões públicas. Modificar e até mesmo quebrar paradigmas a respeito do que vem a ser dirigir órgãos públicos foi tema provocador deste Seminário. Há modificações que estão prestes a surgir, não se sabe ao certo se mudanças no Plano de Carreira, terceirização...mas fato é que elas existem e estão para chegar. O diretor da escola terá que se adequar a estas mudanças e entender que sua função é mais de articulador de que propriamente dirigir a escola, ele deverá ser capaz de identificar dentre os seus, as competências de cada um e saber onde melhor aproveitar estas competências. Não ficou claro a mim como o gestor poderá, legalmente fazer tais remanejos, já que a nomeação é algo legal.
Seja como for, percebo uma ruptura nas coisas como eram, como um funcionalismo público pouco envolvente e compromissado e surgir aos poucos um outro tipo de funcionários públicos: mais responsáveis e felizes com o que sabem, podem e devem fazer.

domingo, 19 de outubro de 2008

Merenda Escolarizada

Estava lendo os textos sobre pedidos a respeito da alimentação escolar e também FNDE e FUNDEB e gostaria de compartilhar minha experência enquanto escola estadual pública. Sou a responsável em minha escola por tudo que envolve merenda: cardápio (em conjunto com o Conselho Escolar )orçamentos, compra e prestação de conta. Nem sempre foi assim, o município é quem comprava os alimentos e distribuia as escolas.

A verba mensal, pela primeira vez, pelo menos que eu me lembre, atrasou no mês passado . A SEC e o FNDE discutem repasse de recursos federais para compra de merenda escolar .
Segundo a secretária, o FNDE insiste que o recurso seja gerenciado pelos Círculos de Pais e Mestres (CPM) das escolas, enquanto a SEC defende que a verba fique sobre a responsabilidade do diretor da instituição de ensino, como ocorre há vários anos no Estado.

“O mecanismo adotado pelo Rio Grande do Sul é mais seguro do ponto de vista do controle da aplicação do recurso público. Por ser um servidor, o diretor pode ser responsabilizado administrativamente no caso de haver o mau uso da verba. Dessa forma, a possibilidade de recuperação do recurso para sua real destinação se torna mais rápida e garantida”, avaliou a secretária estadual de educação, Mariza Abreu.

Seja como for, espero que a burocracia não prejudique aqueles que mais precisam: os alunos.

Referência:
Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul

domingo, 12 de outubro de 2008

Reflexão...

Ainda em fase de conclusão da atividade da Interdisciplina de Organização do Ensino Fundamental, aprofundando Regimento e PPP, penso no quanto é indispensável se debruçar por eles. Toda a comunidade Escolar e seus membros, deveriam reler estes documentos, mas de forma absolutamente questionadora e reflexiva. Observar o que cada documento possibilita a engrenagem chamada escola é torná-lo vivo e capaz fazer com que a escola encontre possibilidades de seguir com mais desenvoltura, autonomia e transparência.`
Agora mais que nunca noto o quanto é importante a participação efetiva e ativa de todos da comunidade escolar no processo de administrar a escola.
Volto as leituras...