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sábado, 24 de maio de 2008

Sombras


Achei muito interessante a atividade sobre Sombra e luz que tivemos que realizar com as crianças, e mais que qualquer informação, uma atividade diferente ao ar livre tem o seu valor. criança e natureza tem muito em comum. Levá-los para o pátio e questionar ficou tão leve que o que era para ser uma noção sobre sombras acabou sendo uma atividade lúdica deliciosa. E a definição que a turma elaborou sobre o tema foi bem legal:

"A sombra surge quando uma luz muito forte é bloqueada por alguma coisa que não tem luz."

terça-feira, 13 de maio de 2008

Gente!!


O que é isso?

Nestes quatro semestre de Pead raramente tenho me pronunciado, mas o acúmulo de atividades em prazos absurdos estão me deixando mal.

Não há como realizar um trabalho de qualidade, tendo a carga horária que temos.

Talvez por isso o número de professores com mais de 20 horas semanais de trabalho de unidocente pense 10 vezes antes de pensar em um curso de graduação.

Critico sim, uma metologia que preza pela quantidade e me pergunto a qualidade?
Que insiste num número excessivo de atividades, e que estas ainda sejam feitas com os alunos, me parece que não há clareza que os alunos que atendemos não estão em nossas mãos como meras cobaias para a satisfação de um professor. Existem as exigências da escola, os projetos e os prazos das mesmas. Um atividade ou outra que se façam com os alunos acho interessante e salutar, mas não neste grau de exigência.

Informo que farei as atividades dentro do limite razoável, de uma integração que seja boa para meu aluno e não para forçar situações para cumprir um prazo.

sábado, 26 de abril de 2008

Balance

O equilíbrio deste pequeno universo depende unicamente da cooperação entre seus habitantes, habitantes estes frios, identificados por números, onde cada passo, movimento de um elemento significa uma reação imediata no equilíbrio ( ação e reação imediata). Observei que embora tenham que cooperar, não há ai nenhum tipo de afetividade, o que me diz que é somente ajuda pela própria sobrevivência. A harmonia inicial é rompida com a “pesca” da caixa, a curiosidade, a avidez, a ganância acaba de pôr fim a esta convivência equilibrada.

O desequilíbrio ambiental é conseqüência da não cooperação dos indivíduos pra o bem comum. É o resultado de escolhas irresponsáveis de gananciosos que pensam apenas em si mesmos.
Assim como o filme em que a cada passo de um dos seus elementos, também a natureza reage conforme as ações humanas, prova disto é o aquecimento global, por exemplo. O progresso desordenado, destruindo os mananciais, as florestas, a poluição, fazem como a caixa no filme, desequilibram.

domingo, 20 de abril de 2008

Vivendo para aprender

Sempre acreditei que uma atividade que partisse e que realmente envolvesse as crianças haveria de dar a elas uma significação sem igual. Superior a qualquer técnica e método mirabolante. Conhecer cada criança, entender seu universo, perceber seus sonhos e desejos e embrenhar-se, tornando-se parte, faz com que nos aproximemos delas, e elas se identificando, acreditando e se permitindo aprender.
Quando levantamos dados destes alunos, seja por atividades que aparentemente são tão simples, nos deparamos com situações que nos intrigam, instigam e nos permitem refletir. A discussão se torna necessária e esclarecedora.
Percebendo que uma mesma palavra pode ter várias representações, também perceberam que a vida, as situações podem ter mais de um ângulo. Diversas visões e interpretações sobre uma mesma coisa e que isso pode significar que nem tudo há o certo e o errado.
Quando observamos juntos os desenhos e nos deparamos com situações tão iguais, indaguei a razão, como no caso da árvore em que praticamente todos a desenharam com tronco grosso (marrom) e copa frondosa arredondada (verde). Aproveitamos a situação e fomos para o pátio da escola e ficamos a observar as árvores. Quais os tipos de troncos que viam, e a cor, as folhas se eram todas do mesmo jeito, qual as tonalidades, quais os formatos das copas?
Ficamos observando e conversando por um bom tempo. E ao retornarmos a sala continuamos a conversar sobre as outras palavras... O interessante foi que depois dessa conversa, pediram para desenhar novamente, desta vez no caderno.
Não vi problema de alterar meu planejamento e seria uma boa experiência. Tanto no caso da árvore, como em praticamente todas as outras, com exceção da palavra coração houve grande variedades de desenhos.
Pensei nas palavras destruição de paradigmas para construção efetiva do conhecimento. No confronto de situações que fogem somente das palavras, mas parte para a observação e integração.