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terça-feira, 13 de maio de 2008

Gente!!


O que é isso?

Nestes quatro semestre de Pead raramente tenho me pronunciado, mas o acúmulo de atividades em prazos absurdos estão me deixando mal.

Não há como realizar um trabalho de qualidade, tendo a carga horária que temos.

Talvez por isso o número de professores com mais de 20 horas semanais de trabalho de unidocente pense 10 vezes antes de pensar em um curso de graduação.

Critico sim, uma metologia que preza pela quantidade e me pergunto a qualidade?
Que insiste num número excessivo de atividades, e que estas ainda sejam feitas com os alunos, me parece que não há clareza que os alunos que atendemos não estão em nossas mãos como meras cobaias para a satisfação de um professor. Existem as exigências da escola, os projetos e os prazos das mesmas. Um atividade ou outra que se façam com os alunos acho interessante e salutar, mas não neste grau de exigência.

Informo que farei as atividades dentro do limite razoável, de uma integração que seja boa para meu aluno e não para forçar situações para cumprir um prazo.

sábado, 3 de maio de 2008

Autonomia para aprender. Autonomia para ensinar.


Hoje eu tinha que, obrigatoriamente, postar neste blog. Deixar registrado indícios de uma prendizagem efetiva do que aprendo no Pead especificamente deste semestre e minha prática em sala de aula.
Não está sendo fácil! (lembro da música da Kátia)
Mas é bem isso, sai de uma escola urbana que muito reclamava de falta de recursos, mas definitivamente, não era a exceção. Fui parar, por insistência minha, numa escola rural que contrariou minha expectativa bucólica de crianças mais calmas e inocentes. Me deparei com a pobreza, carência econômica e afetiva, rebeldia e agressividade. Tive um choque! E comecei a pensar no que vem a ser educador na sua essência...
E lendo a Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire, alguns títulos e sub títulos me fizeram refletir sobre minha realidade: Ensinar exige respeito pelos saberes dos educandos e Ensinar não é transferir conhecimento.
Sabiamente Freire, especula que os docentes devem interagir com as crianças e deixar que mostrem o que sabem, e por certo não é pouco, é rico de experiência e esperança, o professor não dita suas verdades, o seu conhecimento, mas sabe auxiliar seus alunos explorar conecimentos já adquiridos e perseguir novos desafios.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Reflexão sobre a defesa da síntese

Se fossemos olhar minhas primeiras palavras neste curso ao me descrever, seriam como me caracterizando como tímida e reservada, porém confesso que prefiro enfrentar uma banca e expor minhas idéias e crenças a fazer uma prova escrita e que a mim parece tão fria e impessoal. E para quem se considera tímida, acabou por descobrir que fala demais e o tempo acabou sendo seu maior inimigo.
E por falar em tempo, sempre tentei realizar as atividades no prazo correto, assim não me angustiaria tanto, mas cabe colocar o quanto é difícil conciliar vida acadêmica, profissional e familiar. Mas está valendo o esforço.
Tenho encontrado grandes aliados e me identificado com muitos colegas neste curso. E acredito que a rede de professores interessados em transformar a educação deste país já está formada e é real.
Fiz meu trabalho com zelo e optei por apresentação em PowerPoint, por pensar que sendo o curso envolvendo muito as tecnologias seria conveniente fazê-lo desta forma. Lamentei não ter tido possibilidade de inserir mais imagens. Mas a idéia que o curso está nos propondo em fazer correlação com a prática é sem dúvida inovadora e importante, nos faz ver que a Graduação em Pedagogia, não ficará somente num certificado pendurado na parede ou plastificado e guardado em uma gaveta. A graduação está sendo efetivamente feita a cada exercício/tarefa que realizado junto com os alunos, mas não os transformando em cobaias, mas sim em agentes de uma certeza de que é possível.
Então, quando uma das questões foi rever as TRANSFORMAÇÕES E INTERVENÇÕES NA PRÁTICA DOCENTE, pude extravasar tudo que eu sentia e pensava sobre o que este curso está sendo para mim, na verdade espero que tenha conseguido isso.

Concluo reafirmando o quanto lamento o pouco tempo que temos, não refiro apenas aos professores alunos realizarem as tarefas, mas aos professores exporem melhor suas interdisciplinas. Ficou o gostinho de quero mais.