domingo, 12 de abril de 2009

Opiniões diferentes...

A aula presencial com o professor Fernando da Interdisciplina QUESTÕES ÉTNICOS-RACIAIS NA EDUCAÇÃO SOCIOLOGIA E HISTÓRIA, foi maravilhosa, um pouco chocante, confesso, mas explico, porque na minha ignorância relacionava ao nome pomposo da disciplina como algo muito monótono. Mas monotonia realmente não tem nada haver com o professor. A leveza e o humor como o tema foi tratado serviu não só para prender a atenção, mas como para lançar um novo olhar em relação a essas Questões.

O que mais ficou gravado em mim foi algo importantíssimo, para nós educadores. “Podemos até ter nossos pré-conceitos, mas como professores públicos, prestando um serviço público, JAMAIS podemos promover qualquer tipo de preconceito”.
Parece óbvio e mais que sabido tal afirmação, porém não me refiro a apenas as questões raciais, mas as questões religiosas e artísticas, por exemplo, o fato de eu não gostar de um determinado tipo de estilo musical, não pode me impedir de trabalhar e discutir sobre ele se ele que faz com meus alunos se interesse, e por ai vai.

DIFERENTE?

A Interdisciplina EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS está oportunizando um conhecimento maravilhoso na minha vida como docente, e mais a oportunidade de dialogar com diferentes situações, seja com professores que trabalham com inclusão, seja com pessoas que foram alunos inclusivos. Acredito na inclusão, e mais, a acho indispensável, mas que seja a verdadeira inclusão, não aquela somente no papel.
Quero a inclusão como proposta pedagógica real e vivenciada, que todos na escola, desde a merendeira até a gestora, tenham capacitação em tratar com todos os tipos de necessidades.
Que se tenha na escola pública, infra-estrutura física para garantir a acessibilidade todos.

INÍCIO DE ANO E DE SEMESTRE 2009

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM SOB O ENFOQUE DA PSICOLOGIA
EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
QUESTÕES ÉTNICOS-RACIAIS NA EDUCAÇÃO SOCIOLOGIA E HISTÓRIA
SEMINÁRIO INTEGRADOR VI

domingo, 30 de novembro de 2008

PARECER CNE/CEB Nº:4/2008


Comentário final


Confesso que no início da discussão sobre a obrigatoriedade escolar a partir dos 6 anos, fiquei reticente. Não seria prejudicar a infância ? Como seria a sistemática?
Mas após alguma reflexão ponderei: Só os mais carentes teriam este trauma? Os filhos dos mais abastados que conseguem matricula em escolas particulares e que já iniciam sua alfabetização e letramento em mais tenra idade, não são afetados?
Uma das causas da desigualdade educacional do país não começaria por ai?
Penso que o ensino obrigatório a partir dos 6 anos, observando e obedecendo este parecer se configurará num passo importante para uma educação de maior qualidade.

domingo, 23 de novembro de 2008

Observações

Na terça-feira que passou foi a apresentação dos projetos temáticos, aliás maravilhosos. Mas achei tão interessante que numa gama infinita de assuntos a maioria abordaram assuntos que valorizavam a qualidade de vida e a preocupação com a os idosos. Penso que não é a toa e segundo Erickson e de acordo com a faixa etária dos componentes do grupo não é coincidência não. A grande maioria já passou dos 30, o aperfeiçoamento ainda faz parte das ambições, porém é menos pelo dinheiro do que pela satisfação pessoal. Com uma situação de vida mais está definida a preocupação está pela qualidade de vida pelo que está por vir, caracterizando bem as etapas da fase adulta.

domingo, 16 de novembro de 2008

Revolta:ASSIM NÃO SE PODE SER PROFESSOR!



Não há como se calar diante da vergonha, do medo pelo qual os professores estão submetidos. Fiquei chocada, revoltada diante das palavras do colega Paulo pelo ocorrido em sua escola. Dias antes ao ir ao pólo de Gravataí fiquei sabendo de casos de violência naquela escola e agora isso!! Até quando ficaremos reféns de alunos que vêem à escola porque são obrigados ou com um único intuito de disseminar a violência, a perversão e as drogas?
A verdade é que não interessa se um professor é agredido física, moral ou emocionalmente, somos adultos e nossa missão é aguentarmos tudo, afinal, tadinho dos alunos tão coitadinhos, tão sem estrutura...tão pobres...
CHEGA!!!!
Quem está agindo e incentivando esses "coitadinhos" , são os projetos assistencialistas, com bolsa para tudo o que é coisa.
JUSTIÇA SOCIAL, DIREITOS HUMANOS PARA HOMENS DIREITOS!!
CHEGA DE CONIVÊNCIA!!
CHEGA DE SILÊNCIO!!
RESPEITO AOS PROFESSORES!!
RESPEITO A VIDA!!


Gestão Democrática sim, e valorização da vida do profissional de educação URGENTE!!!

domingo, 9 de novembro de 2008

Gestão Democrática

Penso que a palavra chave seja diálogo neste momento de reflexão sobre gestão democrática. Diálogo com muito engajamento e parcerias. O gestor é um articulador capaz de perceber competências e gerenciar com relativa autonomia, porque relativa, porque há situações que independe do seu gerenciamento, como contratação de pessoal, por exemplo. É muito importante que haja um Conselho Escolar e Círculo de Pais e Mestres fortes e atuantes, pois além de efetivar a participação da comunidade como um todo, divide com o gestor as responsabilidades não só de ordem financeira, mas também pedagógica.