O texto de Helen Buckley fez com que eu viajasse em algumas décadas passadas, quando agiram comigo, quase da mesma forma, e situações semelhantes a isto fez com que eu soubesse que tipo de educadora eu gostaria de me tornar.
Deixar os alunos desenvolverem a autonomia e a criatividade é uma grande função que não podemos deixar passar em branco. Instigar e desafiar faz com que os alunos assumam uma postura de observação e investigação, saindo do comodismo e partindo para ação.
domingo, 30 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
INÍCIO DO 7º SEMESTRE
DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO -
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL -
LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS - EAD -
LINGUAGEM E EDUCAÇÃO -
SEMINÁRIO INTEGRADOR VII -
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL -
LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS - EAD -
LINGUAGEM E EDUCAÇÃO -
SEMINÁRIO INTEGRADOR VII -
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Esperanças...
Gostei do filme: Pro dia Nascer Feliz e recomendo. O documentário é fiel a realidade de muitas escolas pelo Brasil a fora, é fiel ao desânimo de professores, pela falta de recursos que façam com os alunos tenham vontade de vir a escola e que a ame e a respeite.
Como disse a diretora de uma das escola: " A escola pública de hoje, não cumpre mais seu papel na sociedade." E então? Como ficamos nesta situação?
Fingimos ensinar e os alunos fingem aprender?
Fechamos os olhos para situações de violência e falta de respeito?
Até quando ficaremos passivo diante deste quadro, e não me refiro a passividade docente, mas a passividade cidadã.
Pro dia nascer feliz é necessário desacomodar, quando isto acontecerá?????
Como disse a diretora de uma das escola: " A escola pública de hoje, não cumpre mais seu papel na sociedade." E então? Como ficamos nesta situação?
Fingimos ensinar e os alunos fingem aprender?
Fechamos os olhos para situações de violência e falta de respeito?
Até quando ficaremos passivo diante deste quadro, e não me refiro a passividade docente, mas a passividade cidadã.
Pro dia nascer feliz é necessário desacomodar, quando isto acontecerá?????
domingo, 14 de junho de 2009
A QUE SE DIALOGAR...
Cartazes com dezenas de regras acabam mais para enfeitar as paredes do que como um recurso que está ali para ser lembrado e vivenciado.Estas devem ser elaboradas pelos alunos, juntamente com as sanções .
Tanto Piaget quanto Heller colocam como a escola é importante na formação moral.Ela, a escola, pode contribuir para sentimentos de justiça, inclusão, participação, medo, coação e tantos outros, seja como for entendo que se ensine respeito e ética muito mais pelos exemplos do que por falácias sem conteúdo. Deixar para falar nestes temas nas aulinhas de educação religiosa, por exemplo, penso ser um atraso, cada ato deve ser contextualizado aos valores que queremos que dissemine em sala de aula.
Tanto Piaget quanto Heller colocam como a escola é importante na formação moral.Ela, a escola, pode contribuir para sentimentos de justiça, inclusão, participação, medo, coação e tantos outros, seja como for entendo que se ensine respeito e ética muito mais pelos exemplos do que por falácias sem conteúdo. Deixar para falar nestes temas nas aulinhas de educação religiosa, por exemplo, penso ser um atraso, cada ato deve ser contextualizado aos valores que queremos que dissemine em sala de aula.
SOMENTE PELA EDUCAÇÃO
Kant diz que a época em que vivemos de civilização, porém não da verdadeira moralidade, Adorno também coloca sua preocupação e como solução apenas a educação. Uma boa educação humanizadora, que favorece a evolução do ser humano como um todo, não só no aspecto intelectual, mas também no emocional e social.
A escola deve impor limites? Com certeza, mas que se faça de forma em conjunto com a família, para que esta se faça presente e atuante.
Esta escola deve ser desafiante que deixe de lado um ensino que reproduz um sistema repressor e autoritário.
Kant fala em disciplina, eu amplio para disciplina com responsabilidade e afeto. Com responsabilidade, para que a disciplina não se torne castigos e afeto, pois só se educa com carinho.
Precisamos de uma educação que impeça novas Auschwitz? Não resta dúvida. Mas refletindo: por vezes não nos deparamos acuados, perdidos e indefesos? Não são raros os momentos que nos deparamos com noticiários de um povo inteiro que em nome de uma crença, acham-se no direito e com as bênçãos divinas de matar e morrer.
Milhões de pessoas vivem a baixo da linha de pobreza, sem a mínima condição de uma vida digna. Sem voz e sem vez elas perecem como vermes na terra. Largados a própria sorte não estariam elas como em Auschwitz? E diante de uma possível negação, reafirmo: A tal liberdade que estes miseráveis gozam, diferente dos nossos irmãos do Holocausto, está sim numa política educacional que QUEIRA INCLUIR, uma política social, não paternalista e assistencialista, mas que ensina a se desenvolver como um cidadão.
Porém educa-se mais com exemplos do que com falácias, a total falta de ética e moral por parte dos nossos representantes na política impedem que com mais rapidez, nossa sociedade evolua.
Que a educação consiga êxito nesta empreitada
A escola deve impor limites? Com certeza, mas que se faça de forma em conjunto com a família, para que esta se faça presente e atuante.
Esta escola deve ser desafiante que deixe de lado um ensino que reproduz um sistema repressor e autoritário.
Kant fala em disciplina, eu amplio para disciplina com responsabilidade e afeto. Com responsabilidade, para que a disciplina não se torne castigos e afeto, pois só se educa com carinho.
Precisamos de uma educação que impeça novas Auschwitz? Não resta dúvida. Mas refletindo: por vezes não nos deparamos acuados, perdidos e indefesos? Não são raros os momentos que nos deparamos com noticiários de um povo inteiro que em nome de uma crença, acham-se no direito e com as bênçãos divinas de matar e morrer.
Milhões de pessoas vivem a baixo da linha de pobreza, sem a mínima condição de uma vida digna. Sem voz e sem vez elas perecem como vermes na terra. Largados a própria sorte não estariam elas como em Auschwitz? E diante de uma possível negação, reafirmo: A tal liberdade que estes miseráveis gozam, diferente dos nossos irmãos do Holocausto, está sim numa política educacional que QUEIRA INCLUIR, uma política social, não paternalista e assistencialista, mas que ensina a se desenvolver como um cidadão.
Porém educa-se mais com exemplos do que com falácias, a total falta de ética e moral por parte dos nossos representantes na política impedem que com mais rapidez, nossa sociedade evolua.
Que a educação consiga êxito nesta empreitada
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Não sei o que fazer...
A importância de um professor bem preparado e de uma escola com recursos é fundamental para que se estabeleça a confiaça e a auto-estima que levará o aluno com deficiência mental a desenvolver a proposta de ensino com satisfação e com prazer, sendo desafiantes ao seu pensamento (não pensamento da maioria da turma), levando-o a uma autonomia em várias frentes:intelectual, social ...Aqui, há que se ter um professor com tempo e sensibilidade para observar o que cada um responde aos estímulos das atividades e através destes reavaliar e propor novas atividades.Fico lendo e pensando e dá um desespero...não sei o que fazer se tiver um aluno com deficiência mental em minha sala, eu sei que está na lei e......, mas me apavora, estou sendo sincera.
domingo, 7 de junho de 2009
Regras e moralidade em sala de aula
Quando o texto REFLEXÕES SOBRE A MORALIDADE NA ESCOLA de Liseane Silveira Camargo diz: “A regra precisa ser conhecida e debatida pela criança e compreendida dentro de um ou mais contexto moral”.Concordo plenamente. Cartazes com dezenas de regras acabam mais para enfeitar as paredes do que como um recurso que está ali para ser lembrado e vivenciado.Estas devem ser elaboradas pelos alunos, juntamente com as sanções .
Tanto Piaget quanto Heller colocam como a escola é importante na formação moral.Ela, a escola, pode contribuir para sentimentos de justiça, inclusão, participação, medo, coação e tantos outros, seja como for entendo que se ensine respeito e ética muito mais pelos exemplos do que por falácias sem conteúdo. Deixar para falar nestes temas nas aulinhas de educação religiosa, por exemplo, penso ser um atraso, cada ato deve ser contextualizado aos valores que queremos que dissemine em sala de aula.
Tanto Piaget quanto Heller colocam como a escola é importante na formação moral.Ela, a escola, pode contribuir para sentimentos de justiça, inclusão, participação, medo, coação e tantos outros, seja como for entendo que se ensine respeito e ética muito mais pelos exemplos do que por falácias sem conteúdo. Deixar para falar nestes temas nas aulinhas de educação religiosa, por exemplo, penso ser um atraso, cada ato deve ser contextualizado aos valores que queremos que dissemine em sala de aula.
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