Já percebi que quanto mais fico me pressionando para fazer algo, aí então que não consigo realizar nada, só que entender isso é desesperador. Pois bem, que ação pegagógica ou P.A desenvolveria com meus alunos digno de um estágio supervisionado?
Porém algo estava bem certo para mim: Nenhum dos meus alunos serão cobaias!
Confesso que um projeto de aprendizagem, me fascina, mas não tenho 100% de domínio sobre isso, principalmente o bendito mapa conceitual. ( como vou fazer isto meus meus aluninhos?)
Então o que a princípio me atormentou, de agora em diante estou mais relaxada e as coisas estão fluindo. Explico:
Surgiu, assim mesmo, surgiu uma situação de indagação entre alguns colegas a respeito da razão do nome da escola. Abri a boca para responder, quando de repente disse: Boa pergunta!Não esquece ela não!!! Estávamos no final da aula.
Dia seguinte na aula a primeira coisa que fiz, foi:
Esqueceram da pergunta não né? Ok!
Distribui papeis a turma pedindo que eles colocassem o nome e um assunto que gostariam de saber.
Foi muito interessante:
Olha estas, que fofo:
- Se avião é mais pesado que um carro, por que o carro do meu pai não voa?
- Como surgiu a música?
...
Pois bem, fizemos 5 grupos com temáticas afins, ficando assim:
a) História da Escola irmã Cléssia
b) O Sol ( aqui tenho a impressão que chamou muito atenção a aula sobre o sistema solar da semana anterior)
c) Os vulcões
d) As religiões ( penso que o que despertou o interesse, foi a aula sobre a Semana Santa, pois sempre faço comparativo com as demais crenças e tradições religiosas)
e) A televisão
As duas indagações citadas anteriormente, estão na caixinha de espera para serem desenvolvidos assim que concluirmos as demais, pois houveram apenas uma criança que queria abordar tal assunto naquele momento, porém ela não gostaria de realizá-lo individualmente, optou por desenvolver outro assunto.
Realizamos na biblioteca uma parte bem importante, que foi a realização do quadro das dúvidas e certezas a respeito do assunto escolhido, e já houve a situação de se partir para a pesquisa.
Estou entusiasmada, porém ainda estou apreocupada quanto ao mapa conceitual.Como ajudá-los a fazer????
sábado, 3 de abril de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Interações...
A escola em que trabalho, está cada vez mais embuida em trazer os pais para dentro da Escola, numa parceria que favorece uma interação maravilhosa. E assim foi este sábado: Feira da Páscoa na Escola.
Pais e familiares foram convidados a expor seus trabalhos, artesanatos de toda sorte, alimentação, também a criançada do primeiro ano cantou e houve um torneio entre as várias séries para celebrar a construção da nova quadra.
Todos estamos contentes com as reformas que estão transformando não só o aspecto físico estrutural, mas uma novo ânimo e certezas que a escola esá crescendo muito.
Estar participando de um momento assim é muito especial. Coincidência ou não, profissionalmente também vivo um momento raro: Graduação em Pedagogia. Um novo olhar sobre cada prática enquanto professor, colega, enfim ser humano.Começo a estabelecer relações com tudo o que aprendi e apreendi ao longo destes semestres e então como referencial me pego a pensar em Paulo Freire e todo seu discurso pela Educação Solidária, participativa e sobre tudo AFETIVA.
Educação extrapola os livros, quadro e giz, o grande ensinamento de hoje na escola, foi maravilhoso. Todos aprendemos a comunhão, a alegria saudável de conviver. Mães, pais, irmãos, amigos, professores juntos...
terça-feira, 23 de março de 2010
ENFIM O ESTÁGIO
Temido e esperado, eis que o estágio se inicia. Mesmo após nos de docência, não é fácil de repente ver-se avaliado e observado, porém na aula presencial de hoje. palavras ditas de forma tão doce me acalmou os ânimos.
Professora Eliane Rella foi de uma delicadeza esclarecedora quanto aspectos legais e de prática.
Dormirei mais tranquila!!!!
Professora Eliane Rella foi de uma delicadeza esclarecedora quanto aspectos legais e de prática.
Dormirei mais tranquila!!!!
domingo, 22 de novembro de 2009
*Reflexões II
A pedido:
Como havia mencionado na postagem anterior, minhas turmas estão em um projeto piloto em que envolve acesso ao computador e a Internet dentro da própria sala de aula.
O projeto referido, está contido no projeto da escola sobre literatura. A turma já tinha conhecimento de várias obras da autora Ruth Rocha e até mesmo fizemos buscas rápidas no Google sobre a autora, foi aí que a turma descobriu seu site que havia a possibilidade da própria autora contar uma história, a escolhida foi A Arca de Noé.
A reação foi muito interessante, ouvir uma narração pela pessoa que fez a história ...Jamais haviam experimentado algo semelhante.
A turma então escolheu o livro Bom Dia Todas as Cores e foi esta história que deciditam apresentar. Fato ocorrido antes da férias de julho.
Depois disso, as atividades envolvendo computador tem se dirigido a área da matemática, através de jogos, a ideia foi realizar na sala várias estações de jogos e uma delas é o computador.
Como disse no post anterior, ainda estou no início do uso desta ferramenta, pois sei que não posso cair no deslumbramento mas também creio que devo propiciar cada vez mais a incerção desta tecnologia entre os alunos, assim como a forma adequada de induzir isto.
domingo, 15 de novembro de 2009
*Reflexões
Fiquei pensando em minha trajetória como docente, antes e durante PEAD. Vejo o quanto é necessário repensar a prática docente, o que antes fazia por crer que era certo, ou por intuição ou por sugestão e embora muito se acerte, é bem diferente quando temos segurança e suporte teórico. Hoje reforço o que pensava a respeito de um planejamento bem elaborado e fundamentado, tendo claros os objetivos a serem alcançados e as estratégias para alcançá-los.
Meu planejamento, ainda está longe de ser perfeito, porém é visível minha preocupação em atender as necessidades dos alunos, propiciando formas de aproximar todas as formas de linguagem deles, quero socializar um projeto piloto que faço parte em minha escola, em que tenho em sala de aula um microcomputador com acesso a internet. Ainda estou engatinhando no uso desta ferramenta, porém penso no quanto pode vir a oferecer. Algumas das atividades que fiz, foi a contação de história pela própria escritora Ruth Rocha, disponível em seu site. Vocês não imaginam a surpresa e a admiração dos alunos, foi algo maravilhoso.
Meu planejamento, ainda está longe de ser perfeito, porém é visível minha preocupação em atender as necessidades dos alunos, propiciando formas de aproximar todas as formas de linguagem deles, quero socializar um projeto piloto que faço parte em minha escola, em que tenho em sala de aula um microcomputador com acesso a internet. Ainda estou engatinhando no uso desta ferramenta, porém penso no quanto pode vir a oferecer. Algumas das atividades que fiz, foi a contação de história pela própria escritora Ruth Rocha, disponível em seu site. Vocês não imaginam a surpresa e a admiração dos alunos, foi algo maravilhoso.
domingo, 8 de novembro de 2009
* COM OS OHOS DA ALMA II
Quando comentei no post anterior sobre respeitar e enxergar a individualidade humana como algo maravilhoso, me refiro ao exercício diário de se despir dos preconceitos, de todos eles, principalmente os mais internos. Olhar para aquele aluno sujinho, com a cabeça infestada de piolhos, unhas sujas e vê-lo como alguém tão digno de respeito quanto eu e qualquer um, vê-lo com tanto potencial quanto o outro ao lado que é perfumado e limpinho. Me deparo às vezes com a cegueira coletiva e providencial, assim como a surdez momentânea que faz com que pessoas que não se enquadram no dito adequado e simplesmente se tornam invisíveis e inaudíveis.
Pobres, negros, cegos, surdos, baixos, magérrimos, gordos, feios, todos são passíveis de rótulos e enquadramento, como mercadorias prontos a ser embalados...ou descartados.
domingo, 1 de novembro de 2009
* COM OS OLHOS DA ALMA...
O GAROTO SELVAGEM
Baseado no livro de Jean Itard, a história narra o drama de um garoto no final do século 18que supostamente nunca teve contato com a sociedade do mundo civilizado. Ele não anda como um bípede, não fala, não lê e nem escreve. O garoto é resgatado e passa a ser objeto de estudo de um professor , a fim de provar seu conhecimento da condição humana. O filme é baseado em fatos reais.
------
Chamou-me a atenção a perseverança do médico/educador, que crê em seus objetivos, que mesmo não sabendo qual será o desfecho da história está pronto para continuar no dia seguinte e depois e depois, incansável, inseguro quanto ao que seu aluno irá responder e corresponder. Mas sem desistir.
Houve um doutor Itard uma vez, assim como um professor Grahan Bell, assim como a professora Anne Sullivan e tantos outros que abriram os olhos da alma para enxergar que a diferença pode ser algo maravilhoso quando compreendido e respeitado!
Baseado no livro de Jean Itard, a história narra o drama de um garoto no final do século 18que supostamente nunca teve contato com a sociedade do mundo civilizado. Ele não anda como um bípede, não fala, não lê e nem escreve. O garoto é resgatado e passa a ser objeto de estudo de um professor , a fim de provar seu conhecimento da condição humana. O filme é baseado em fatos reais.
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Chamou-me a atenção a perseverança do médico/educador, que crê em seus objetivos, que mesmo não sabendo qual será o desfecho da história está pronto para continuar no dia seguinte e depois e depois, incansável, inseguro quanto ao que seu aluno irá responder e corresponder. Mas sem desistir.
Houve um doutor Itard uma vez, assim como um professor Grahan Bell, assim como a professora Anne Sullivan e tantos outros que abriram os olhos da alma para enxergar que a diferença pode ser algo maravilhoso quando compreendido e respeitado!
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